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Acionistas de usina cobram R$ 7 mi por investir em área que seria desapropriada pelo Incra

Dezembro 22 / 2017

Ação será julgada pela Justiça de Fernandópolis cujo feito está na 2ª Vara Cível. O juiz Heitor Miúra (foto) julgará a demanda

Acionistas da Usina de Álcool e Açúcar Alcoeste em Fernandópolis ingressaram com uma ação por danos materiais contra dois proprietários de terra. A pendenga começou quando em um contrato para a plantação de cana, a área cedida estava com processo de desapropriação movida pelo Instituto de Colonização e Reforma Agrária, o Incra.
.Os réus oram notificados em 14.05.2008 a respeito da vistoria de fiscalização e avaliação,que seria realizada em 03.06.2008,conforme o que deu origem ao processo de desapropriação.No entanto,embora tenham tomado conhecimento em 2008 da intenção do Incra de promover a desapropriação do referido imóvel,os réus nada informaram aos coautores sobre a ação. De acordo com o advogado Fernando Jacob Netto os proprietários da terra agiram de ma-fé por permitir que os autores fizeram investimentos na propriedade, sem saber na desapropriação.As partes firmarão cinco contratos de parceria agrícola”,por meio dos quais os réus cederam aos autores,para exploração da cultura de cana de açúcar, a posse de partes do imóvel denominado“Fazenda SãoVicente”,localizado no município de Indiaporã&8208;,com área total de 968,00 hectares,o que equivale a 400 alqueires, Em seguida,a Alcoeste,com a garantia e responsabilidade dos coautores,desembolsou R$ 4.377.695,22–, além de R$2.627.759,20.Assim,os prejuízos dos autores totalizam R$7.005.454,42. O caso será julgado pelo juiz Heitor Katsumi Miura, da 2ª Vara Cível de Fernandópolis.

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