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Palmeiras paga R$ 23,5 mi para Scarpa e supera São Paulo por meia

Janeiro 16 / 2018

Scarpa (foto)também terá um dos maiores salários do elenco alviverde, acima dos R$ 500 mil estabelecidos como teto no Tricolor. Até então, o São Paulo trabalhava com valores mais baixos

Uma reunião nesta segunda-feira entre Raí e o presidente do Fluminense, Pedro Abad, tinha tudo para definir a ida de Gustavo Scarpa para o Morumbi. Ao longo do fim de semana, o Tricolor também se alinhou com o jogador e seus representantes, da OTB Sports. Só que na noite deste domingo o Palmeiras entrou com números escandalosos.

O rival vai pagar 6 milhões de euros (R$ 23,5 milhões) entre luvas e comissão a Scarpa e seus empresários, Marcelo Goldfarb e Bruno Paiva, para ficar com 100% dos direitos econômicos do meia. Tal quantia será paga nos três próximos anos, embora o contrato seja de cinco temporadas.

Vale lembrar que o Palmeiras se aproveitou da liminar obtida pelo jogador, na última quinta-feira, para contratá-lo sem pagar nada para o Fluminense. Scarpa também terá um dos maiores salários do elenco alviverde, acima dos R$ 500 mil estabelecidos como teto no Tricolor. Até então, o São Paulo trabalhava com valores mais baixos

Já o São Paulo tinha a intenção de comprar os direitos de Scarpa junto ao Flu, que ficaria com um percentual de olho em uma venda futura. Desta maneira, o atleta e seus empresários não ficariam com mais do que 25% da grana oferecida pelo Palmeiras.

A realidade é que a decisão da Justiça, concedendo a liminar a Scarpa, detonou os planos do Tricolor. Não fosse por ela e o Palmeiras seguiria de fora da disputa e o meia tinha tudo para virar o substituto de Hernanes, como sonhava o técnico Dorival Júnior.

Foi graças à liminar que o contrato entre Scarpa e Flu foi rescindida na sexta-feira, de acordo com o BID (Boletim Informativo Diário) da CBF. "O São Paulo vai fazer as coisas com os pés no chão e da maneira que achar coerente. O Scarpa foi um jogador pedido por nós, e tenho certeza que fomos até o nosso limite para contratá-lo", explica Dorival Júnior.

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